Tá a bold !
. . . o que é realmente importante, tá a bold !

14 Fevereiro 2009
Isto agora há dias de tudo e mais alguma coisa.
Dia dos namorados, dia da mulher, dia da mãe, dia dos avós, dia da criança...

E não é que ache mal... Porque não acho!
Só acho é que não devíamos esperar por estes dias para mostrar a essas pessoas especiais das nossas vidas o quanto gostamos delas e quão importantes são para nós.

Nestes dias se calhar essas pessoas até já estão à espera. Sabem que vão receber um miminho, sabem que vão receber um pouco mais de atenção...

              Mas será que se o fizermos noutro dia, quando ninguém está à espera, a surpresa não é maior? Não é melhor?

Seja como for, aproveitem :)

Beijinho,

J.   
                                                     PS: imagem do google super fofa!

Sempre eu, J. às 12:29
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13 Fevereiro 2009
Fez esta quinta-feira 200 anos que nasceu em Shrewsbury, no condado de Shropshire, em Inglaterra o menino Charles Robert Darwin.
Queria o seu pai, o médico Robert Darwin, que este seguisse o seu trilho e igualmente se tornasse médico. Devido à impressão que lhe fez, ao segundo ano do curso de medicina, uma cirurgia sem anestesia (como se fazia na altura) a uma criança, C. Darwin desistiu do sonho do seu pai.
Foi por um acaso do destino que C. Darwin partiu a bordo do HMS Beagle para uma longa viagem de quase 5 anos em redor do mundo e que (curiosidade!) começou e terminou em território português. Iniciou-se numa das ilhas de Cabo Verde, tendo ido terminar na bela ilha Terceira, nos Açores.
 
E foi essa viagem que o transportou para a ribalta.
E foi essa viagem que marcou o seu nome na história.
Após esta magnífica viagem que lhe deu a conhecer muitas maravilhas do mundo, que lhe abriu os horizontes, que o fez pensar e conhecer e estudar e descobrir que escreveu "Sobre a Origem das Espécies Através da Selecção Natural ou a Preservação de Raças Favorecidas na Luta pela Vida", mais conhecido simplesmente por "Origem das Espécies".
 
Foi C. Darwin que, abalando com a teoria do criacionismo, falou em "selecção natural" e "selecção sexual" como forma de alteração e mudança nas espécies.
E apesar de na altura as suas ideias terem sido repudiadas, gozadas, difamadas, é possível verificar que, hoje em dia, muitas das ideias que C. Darwin teve, muitas vezes por mera conjuntura, se verificam como sendo verdadeiras.
 
Está em exposição até Abril de 2009 na Fundação Gulbenkian "A Evolução de Darwin".
Eu vou.
Aconselho.
Depois comento, então.
 
[Haverão muitos como ele? Capazes de se desligarem de todas as ideias pré-formadas, pré-concebidas que nos são impostas desde sempre e, à luz do que vemos, do que constatamos, alterarmos de tal forma o nosso mundo e a forma como olhamos para ele?]
[Espero que sim . ]
J.
Sempre eu, J. às 00:27

12 Fevereiro 2009

A vida de Ela não começou (nem nunca foi) carregada de facilidades.
Nasceu dois meses antes do previsto, numa altura em que os partos ocorriam ainda por norma nas casas onde as crianças viveriam a sua infância.
Nasceu com sete meses, nasceu pequena de mais.
Iria resistir? Só podia.
Tinha que resistir. Tinha mesmo?
Foi então que chamaram um padre: “Os bebés que morrem sem serem baptizados não entram no reino dos céus”.
               Mas se assim fosse, que Deus era este que fechada os portões do seu reino a uma criança indefesa?
Nasceu pequena, pequena demais. Mas foi neste momento que Ela mostrou que estava cá para ficar e definiu o seu destino. Ia ser uma lutadora. Iria lutar toda a sua vida.
A vida não lhe ia delinear um caminho fácil. Mas Ela era uma lutadora. E lutando, conseguiu atingir cada vez mais e mais e mais objectivos.
É a minha heroína. Sempre lutou e é para mim um exemplo de vida.
 
A contar a história de Ela,
 
J.

 

Sempre eu, J. às 11:14
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10 Fevereiro 2009
Ainda agora numa espécie de passeio matinal ouvi uma senhora afirmar a quem a quisesse ouvir que os jovens de hoje em dia não querem saber de nada do que é cultura, sabedoria... Mas será que estes conceitos são gerais?
Será que o que para uns é cultura, o é também para outros?
Ou tal como muitas outras coisas, se altera com o passar do tempo, com o passar das gerações?

Será que para os jovens de hoje em dia é cultura saber ditados populares, ditos antigos, mezinhas, pequenos truques que seriam importantes na altura dos nossos avós, dos nossos pais?

Na minha opinião sincera, acho que, independentemente do que digam, de uma forma geral, os filhos, frutos desta nova geração, são mais cultos que eram os seus pais.

E mais...independentemente do que o meu próprio pai afirme constantemente, que no seu tempo todos sabiam os rios (onde nasciam, em que terras passavam e onde desaguavam), as estações de comboios, as capitais de distrito, e seja lá o que fosse mais, o que sabiam eles de teorias de estatística, de genética, das leis de Mendel, das teorias evolucionistas de Darwin, das leis da química, das teorias de probabilidades e tantas outras coisas?

O que resta tentar entender é o que é que se considera cultura.
O que é que se considera importante saber.

Seriam tipos de cultura diferentes?
Serão ambos tipos de ensinamentos importantes? Adequados para épocas e tipos de pessoas diferentes?

Será uma mais válida que outra?

Será que os mais velhos têm tanto a ensinar como a aprender connosco?

 

Sempre eu, J. às 11:41

09 Fevereiro 2009
Hoje visitei uma família com um bebé recém-nascido.
Estavam todos radiantes.
O bebé (tão tão pequenino...) nem se mexia dentro do seu babygrow verde água, de tamanho "zero" mas ainda assim grande para ele.

Foi uma gravidez difícil... Challenging até. A todos os níveis.
A mãe (agora babada) passou mal, o bebé passou mal, os outros meninos da família passaram mal de saudades da atenção da mãe... A rotina foi alterada, as vidas mudadas.

Mas tudo ficou para trás... Está tudo bem agora.
 
Ao olhar para aquele pequenino, tão indefeso no mundo, a necessitar deles, tudo ficou para trás. E é possível ver um sorriso nos lábios de todos:
                             da mãe
                             do pai
                             dos avós
                             dos manos
                             das tias . . . . .

Sempre achei incrível como um bebé é capaz de fazer tudo sorrir... Como olhar para uma criança faz esquecer problemas, como uma gargalhada tem o poder de nos fazer acreditar também.
É bom!
Sempre eu, J. às 22:00
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07 Fevereiro 2009

Tenho uma foto nossa em que aparecemos com uns chapéus de palhinhas. Foi num dia divertido, em que estávamos todos. E é nesses dias em que nos rimos, em que nos sentamos juntos, a contar histórias que já passaram, que já foram contadas mil e trezentas vezes (mas que hão-de continuar sempre a ser contadas cada vez que nos juntamos todos), que se vê que nada pode mudar a nossa história. E a história deste grupo.

 

Todos os momentos que passámos e que nunca vão poder ser esquecidos. E nesses dias, há quem se lembre de registar o acontecimento, de o gravar, de marcar aquele momento em que um sorriso de forma nos nossos lábios, em que sentimos uma pontinha de felicidade que parece vir de lugar nenhum e a sentimos como interminável.

E quantas fotografias haverá espalhadas por aqui, por aí, as quais não vimos, nunca vimos, e ainda assim captaram um (nosso) momento feliz?

 

Gosto do nosso momento com os chapéus de palhinhas.
Foi um dia bom.
Foi um bom momento.
 
J.

Sempre eu, J. às 16:52

06 Fevereiro 2009
Bem vindo a este mundo menino D.

Que tenhas uma vida calma e segura, sem demasiadas tristezas, sem que tenhas que chorar que não de alegria.

Desejo-te tudo de bom  * * * * *
Sempre eu, J. às 18:14

06 Fevereiro 2009
 Meet me here
On November 11th, come alone
Bring your mouth
And selective irreverence
We’ll both see stars

Just…
One more tongue kiss before the sky it falls
Out from this cloud we’re hovering on!
A kiss to send us off! A kiss to send us off! A kiss to send us off!

Kill your doubt
With the coldest of weapons; confidence.
No more words
Just the sound of resplendent ongues colliding

One more tongue kiss before the sky it falls
Out from this cloud we’re hovering on!
A kiss to send us off! A kiss to send us off! A kiss to send us off!
A kiss to send us off! A kiss to send us off! A kiss to send us off!

Here I am, here you are
On a wire connecting our hearts
There’s a string
It is tied to a kite
There’s a storm in the sky
Now the clouds become electric.
Here I am, there you are.

Could I…
Have a…
Kiss to send us off? A kiss to send us off! A kiss to send us off!
A kiss to send us off! A kiss to send us off! A kiss to send us off!
A kiss to send us off! A kiss to send us off! A kiss to send us off!

 

 

 

Foste tu quem primeiro me iniciou no som no qual fiquei imediatamente presa. Esta banda era já relativamente antiga, mas tão nova para mim e para o meu mundo.
Ao som de Make Yourself, eu conheci-te e conheci-me também.
Ao som de Drive, dei rumo à minha vida.
Ao som de The Warmth cresci e chorei e aprendi e lutei.
E ao som de I miss you, apaixonei-me por ti.
 

Obrigada pelo teu primeiro (de muitos) presente.

 

Porque afinal, um só beijo é capaz de fazer parar ou fazer avançar a alta velocidade o nosso mundo.

 

Para ti, R.,
 
J.
   

Sempre eu, J. às 18:05
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05 Fevereiro 2009

Primeira filha. Única filha, se bem que nessa altura ainda não o sabiam.
Fruto de uma gravidez que apareceu antes do casamento. Escândalo? Hum… não. Aliás, talvez.
 
L. e G. casaram, com Ela presente no seu casamento, na sua barriga.
Casaram.
Muito novos quando casaram.
 
Foi um casamento feliz. Ele era bom marido. Tal como tinha sido um bom namorado. Uma vez tinha feito quilómetros e quilómetros de bicicleta só para passar o ano novo com L., quando esta estava a trabalhar longe.
Sempre gostou dela.
                       E reparem que L. não era uma pessoa fácil. Mandona… 
 
G. bebia às vezes, mas trabalhava tanto para poder dar a L. e a Ela uma boa vida. Partia a arranjar trabalho, voltava, tratava delas, tratava-as bem. Tentou fazer com que nunca lhes faltasse nada.
 
Ela cresceu feliz. Cresceu, cresceu. Sim, cresceu.
Era confiante, um pouco mandona, até porque tinha a quem sair...  Sempre teve um grande grupo de amigos e todos olhavam para Ela com admiração.
E L. cuidava dela.
E G. trabalhava e trabalhava e cuidava de ambas.
E hoje em dia pode dizer a quem o quer ouvir que tudo fez para que nunca lhes faltasse nada.
Mas nem o precisava de afirmar. Todos vêem quão bem G. cuidou das suas meninas. Das suas mulheres.
 
A mãe de L. não ficou feliz quando soube da pequena sementinha que crescia inanunciada, não esperada. A sua primogénita. Como podia ser?
 
Ainda assim, foi uma das que mais amou Ela, uma das que mais a ensinou. Porque como era possível não gostar de Ela? E a mãe de L. passou a adorá-la, a sua primeira neta, Ela.
 
 
A contar a história de Ela,
 
 
J.

 

Sempre eu, J. às 00:04

04 Fevereiro 2009

Sempre gostei de escrever.
Sempre gostei de ler.
Apesar de não fazer da literatura a minha vida, sempre fez parte de mim.
Dizem que é o meu vício. Será?
 
Agora que posso, vou tentar desenvolver a minha escrita e também a minha capacidade de me exprimir, porque essa parte tão importante da vida, a partilha de sentimentos com outros, sempre foi um pouco negligenciada por mim. Não tenho conseguido, ao longo da minha vida, dizer o que penso, o que quero, o que gosto.
Talvez por isso, goste de ser meio invisível. Não gosto de estar no centro das atenções, no spot light. Vamos ver se consigo dizer o que penso, mostrar como sou, sem mostrar quem sou. E talvez isto me ajude a mudar. Espero que sim. Porque realmente preciso.
Obrigada por fazerem parte disto.
Preparem-se, vai começar.
 
 
J.
Sempre eu, J. às 14:18

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